Após 10 anos desde o lançamento de seu álbum de estreia Atmosphere
Around Us, o duo Wintry está prestes a lançar seu segundo
álbum de estúdio, Timeline, através da gravadora Wave Records. A primeira
amostra deste novo trabalho já pode ser apreciada: é a faixa Ich Glaub Dir
Nicht, que foi lançada em formato de videoclipe, o qual você pode conferir mais
abaixo.
Timeline virá com 10 faixas inéditas e 4 faixas bônus, todas
elas sendo versões remixadas de algumas das faixas regulares. Dentre as remixagens, duas foram feitas por Pieter Nooten, ex-integrante do Clan Of Xymox, e duas pelo produtor Marcelo Gallo, que também assina a produção de Timeline.
O duo formado pelo veterano Alex Twin (Individual Industry, 3 Cold Man, Wave Records) e pela vocalista alemã Anne Goldacker (ex-Obsyre) também lançou
em 2017 o EP 7’’ Ausweg, produzido pelo renomado produtor britânico John Fryer
(Cocteau Twins, This Mortal Coil, Dead Can Dance, XMal Deutschland, etc.).
Formado em meados dos anos 90 por Alex Twin como um projeto paralelo ao Individual
Industry, o projeto recebeu a alemã Anne Goldacker como vocalista durante os
anos 2000.
Timeline será lançado em oficialmente em CD e em formato
digital no dia 18 de novembro e em vinil no dia 15 de fevereiro de 2020. A
pré-venda já está iniciada e pode ser feita através do site e do Bandcamp da
gravadora Wave Records. Mas seja rápido: o CD está limitado a 300 cópias e o
vinil, a 200 cópias, sendo 100 em cor de mármore e 100 em cor preta.
Confira no player abaixo o videoclipe oficial de Ich Glaub
Dir Nicht:
Foi lançado hoje, 04 de novembro, o novo single da banda
brasiliense Signo 13, Abismo Céu. Como divulgado anteriormente aqui neste blog,
Abismo Céu é o terceiro single do álbum Serpentário, que será lançado somente
em outubro do ano que vem.
Explica-se esse intervalo todo: a banda formada por Felipe
Rodrigues (vocais, guitarras, contrabaixo, teclados) e Rubens Cardoso (bateria,
percussão) está lançado uma música de Serpentário por mês, começando em setembro
deste ano e terminando em outubro de 2020. Serpentário, ou Ofiúco, é conhecido
como a décima-terceira constelação do Zodíaco, mas ele não é considerado um
signo astrológico pois este é dividido no céu em trechos de 30° cada um, o que
totaliza 360° por conta dos 12 signos. Por outro lado, as constelações não
seguem uma divisão exata no céu. O fato de o zodíaco possuir 13 constelações é
representado no álbum Serpentário por suas treze faixas, bem como no próprio
nome da banda.
Cada single de Serpentário lançado possui uma arte de capa
própria. A capa de Abismo Céu, a qual você pode conferir no cabeçalho desta nota, foi elaborada pelo renomado e polêmico artista brasileiro
radicado em Nova York Fernando Capaneda. Confira abaixo o single Abismo Céu.
O Signo 13 pratica um pós-punk que carrega consigo
influências de Ska, Punk Rock, Gothic Rock e até de Surf Music. Formado no ano
de 2011, o grupo já possui em sua discografia os EP’s El Verdugo Y La Vendetta
(2012), Espectros de Ferro (2013) e Fata Morgana (2015). Além de Abismo Céu, já
foram lançados mais dois singles de Serpentário: Sonhos Acordados e Casa dos
Espelhos – ou Lágrimas na Chuva.
A banda Autumn’s Grey Solace, uma das referências atuais do Ethereal Wave, acaba de lançar seu mais novo álbum, Englelícra. O trabalho está disponível no Bandcamp da banda
Formado em 2002, o duo formado pela vocalista Erin Welton e pelo multi-instrumentista Scott Ferrell é uma das referências do chamado Ethereal Wave, estilo que se caracteriza por músicas atmosféricas, lentas e guitarras cheias de efeitos, inspirados principalmente pelos trabalhos do Cocteau Twins, com o objetivo de criar paisagens musicais belas e confortantes.
Englelícra é o décimo-terceiro álbum lançado pelo Autumn’s Grey Solace, sendo assim o sucessor de Eocene, de 2018.
Em Engleríca, o Autumn’s Grey Solace continua a tradição de alguns álbuns anteriores de escrever as letras das músicas usando o Inglês Antigo, um idioma ancestral do inglês moderno que era usado nas primeiras épocas da Idade Média.
Confira no player abaixo um vídeo com trechos de cada música de Englerícra.
Está agendado para o próximo dia 04 de novembro o lançamento
do novo single da banda brasiliense de Pós-Punk Signo 13, Abismo Céu.
Este single será a terceira música disponibilizada do álbum
de estreia do grupo, Serpentário. As duas primeiras foram Sonhos Acordados (setembro) e Casa dos Espelhos – ou, Lágrimas na Chuva (outubro). A ideia da banda formada por Felipe Rodrigues
(vocais, guitarras, contrabaixo, teclados, queixada) e Rubens Cardoso (bateria,
percussão) é lançar um single a cada mês, desde setembro de 2019 até outubro de
2020, quando o álbum será finalmente revelado em toda a sua plenitude. Abismo
Céu será lançado tanto nos canais oficiais do Signo 13 quanto em duas
coletâneas: Antes De Falar Mais Uma Palavra Sobre Justiça, Por Favor Coma Merda,
organizada pelo zine pernambucano Velho Rabugento, e Chinelos e Coturnos Vol.
2, pelo selo Motim Underground, de Cuiabá.
O Signo 13 pratica um Pós-Punk que mescla em sua
sonoridade elementos de Dub, Punk, Gothic Rock e Surf Music. Confira no player
abaixo um teaser de Abismo Céu, bem como os dois primeiros singles já divulgados, Sonhos Acordados e Casa dos Espelhos – ou, Lágrimas na Chuva.
THE FELLOW TRAVELLER – THE FROZEN AUTUMN (Echozone, 2017)
Tracklist:
01. Tomorrow’s Life 02. White On White 03. We’ll Fly Away (long version) 04. Told You At Once 05. Your Touch 06. A Gentle Flame 07. Grey Metal Wings 08. Sirens And Stargazers 09. The Twin Planet 10. I Love You But I’ve Chosen Synthesizers 11. Loving The Alien (David Bowie cover)
Line-up:
Diego Merletto – vocais, sintetizadores
Froxeanne – vocais, sintetizadores
Texto: Bruno Rocha
Prepare-se! Uma frente fria está vindo da região de Turim,
na Itália. Mas ela não é uma frente fria qualquer, que traz chuvas ou mesmo
leves geadas. Essa frente fria é uma verdadeira onda congelante, sob a qual nem
mesmo o próprio ar escapa incólume, passando por um processo de sublimação, acabando
por solidificar-se. Fora estes efeitos, a onda congelante de Turim obscurece
luzes, tornado o ambiente escuro; os poucos e corajosos fachos de luzes que ousam
resistir são como as auroras boreais que rasgam os céus nórdicos, criando assim
um espaço, ao mesmo tempo escuro e frio, agradável e etéreo.
O grupo italiano The Frozen Autumn possui considerável
respeito dentro do cenário Gothic/Darkwave mundo afora graças ao seu estilo
bastante pessoal que mescla elementos de música atmosférica e de Synthpop, num
estilo que seus próprios integrantes batizaram de “Frozenwave”.Fundado em 1993 por Diego Merletto, o The
Frozen Autumn mostrou em seus primeiros trabalhos um som ainda com um pé no
Gothic Rock (na época a banda contava com os serviços de Claudio Brosio nas
guitarras) e com fortes influências de Clan Of Xymox, porém já havia ali
elementos de sonoridade característica que se tornaria consagrada anos depois.
Os dois primeiros álbuns do The Frozen Autumn, Pale Awakening (1995) e
Fragments Of Memories (1997), se tornariam clássicos do Darkwave, trazendo
consigo faixas atmosféricas e sorumbáticas recheadas com teclados que criam
climas ora melancólicos, ora confortantes. Os elementos Synthpop já existiam,
mas eram poucos e retraídos. A parceria de Merletto com Arianna Vespasiano teve
início com uma participação especial da cantora na faixa-título de Fragments Of
Memories, naquilo que foi um motivador para um projeto paralelo dos dois
músicos chamado Static Movement. O único álbum lançado por esse projeto,
Visionary Landscapes (1999), foi de suma importância para uma leve mudança no
direcionamento musical do próprio The Frozen Autumn, que deixou de lado
qualquer contribuição de guitarras e tornou seu som 100% eletrônico, fabricado
a base de sintetizadores e com maior proeminência das influências Synthpop.
Arianna, que atende pelo pseudônimo Froxeanne, foi efetivada
no The Frozen Autumn e a agora dupla grava o importante Emotional Screening
Device (2002) e a perfeição chamada Is Anybody There? (2005). As guitarras
voltam a se fazer presentes no bom álbum Chirality (2010) e no DVD Seen From
Under Ice (2011), que foi gravada em quarteto com a adição de mais um
tecladista e de um guitarrista, o que permitiu que algumas músicas de todos os álbuns
ganhassem novos arranjos. Após alguns anos sem novos lançamentos, o The Frozen
Autumn volta novamente como a dupla Merletto/Froxeanne no lançamento do EP Lie
In Wait (2014), que serviu como uma prévia para o sexto álbum de estúdio do
grupo, The Fellow Traveller, lançado em 2017 pela gravadora Echozone e que é o
objeto de análise deste artigo.
The Fellow Traveller é um álbum empolgante e viciante do
começo ao fim. Diferentemente de todos os álbuns anteriores, este álbum é completamente
moldado em cima do Synthpop. Não há nenhuma música atmosférica ao estilo de
Onyria (Pale Awakening, 1995), ou mesmo faixas introspectivas e de ritmo lento
aos moldes de Evening Falls (Is Anybody There?, 2004). Claro que há momentos em
que a dupla põe o pé no freio, mas na maior parte do tempo o ritmo é frenético
e dançante. Outra diferença de The Fellow Traveller é na mixagem do som, que é
bem mais limpo e cristalino que nos álbuns anteriores. Felizmente, a falta de
uma mixagem mais abafada e empoeirada não tirou o clima nostálgico das
composições, que por si só conseguem manter a chama (ou o gelo) típica dos anos
80 viva e forte. Como se isso tudo não bastasse, The Fellow Traveller é o álbum
mais democrático da história da dupla. Diego Merletto e Froxeanne se alternam
cantando em cada faixa, seis para ele e cinco para ela, quebrando assim uma
tradição que fazia Merletto cantar a maioria das faixas em todos os outros
álbuns.
As quatro primeiras faixas matam bem a sede dos fãs do grupo
sedentos por música dançante. Os trabalhos já começam lá em cima com Tomorrow’s Life, onde Diego Merletto canta com sua inconfundível voz grave cheia de
reverbs e ecos. As próximas duas músicas foram reaproveitadas do EP Lie In Wait e melhoradas. A coisa dá uma acalmada em White On White, que é a única música
do álbum que se destaca por ser bem mais introspectiva, apesar da proeminência
da bateria eletrônica. É a vez de Froxeanne cantar e ela entrega o que se
espera dela: uma voz belíssima e angelical, com abençoados graves, que
hipnotiza o ouvinte e o transporta para flutuar em nuvens de granizo. Gaivotas
e ondas anunciam o começo de We’ll Fly Away e seu ritmo dançante e libertador. Com
seu refrão belíssimo, Merletto fala sobre voar para sempre em busca da
felicidade, assim como as gaivotas voam eternamente por sobre os mares. E parece
que a chegada deste longo voo é na faixa 4, Told You At Once. Um apocalipse
sonoro protagonizado por Froxeanne, uma perfeição para as pistas góticas de
dança por seu ritmo acelerado, melodias destacadas e bases pesadas.
Após quatro músicas frenéticas, é hora de aproveitar mais
uma viagem guiada por Diego Merletto em Your Touch, mais uma que foi reaproveitada do último EP. Escura como um pôr-do-sol contemplada
no inverno das montanhas de Turim, Your Touch traz de volta as antigas forças
Darkwave de álbuns anteriores, incluindo até mesmo uma guitarra, desta vez
aliadas as poderosas camas de sintetizadores e de bateria eletrônica. Por falar
neste último elemento, nunca as viradas e recursos de bateria foram tão usadas
num álbum do The Frozen Autumn. A próxima faixa, A Gentle Flame, não possui a
mesma imponência de arranjos como as demais, até porque ela carrega um tom sisudo
“kraftwerkiano”. Todavia ela não passa despercebida, pois não existe nada que passe desapercebido se Froxeanne impôs nela seu divinal dom de interpretação. A tradição de músicas longas e
viajadas é mantida com a excelente e variada Grey Metal Wings, que é como se
fosse uma irmã FuturePop de Is Everything Real?, do Emotional Screening Device,
e de Static Cold, de Is Anybody There?.
Aqui, cabe mais um comentário acerca das novidades trazidas
em The Fellow Traveller. Os efeitos nos vocais de Merletto e de Froxeanne se
multiplicaram. Os tradicionais e obrigatórios reverbs continuam presentes,
lógico. Mas os delays estão mais destacados e facilmente perceptíveis,
principalmente nos vocais de Froxeanne. Também, as harmonias vocais nunca foram
tão trabalhadas, especialmente nos vocais de Diego Merletto. É como se você
pudesse ouvir vários Diegos formando um coral em muitos momentos do álbum. A verdade
é que essa variedade de efeitos não faria sentido algum se as próprias vozes
dos dois cantores não fossem belas e diferenciadas.
Findada mais uma viagem a bordo de Grey Metal Wings, a
simplicidade oitentista retorna em Sirens and Stargazers, que se vai se
tornando mais e mais empolgante a medida que avança em seu tempo, atingindo o
ápice em um momento onde Froxeanne canta somente com o apoio de um sintetizador
grave e nervoso. Em contraponto a simplicidade de Sirens and Stargazers, vem em
seguida aquela que talvez seja a mais complexa e progressiva composição da
história do grupo italiano, The Twin Planet. Esta faixa traz um elaborado
trabalho de arranjos de sintetizadores que são guiados por uma bateria quebrada
e cheia de contratempos no caixa. As escalas árabes dos strings, os graves
destacados e os vocais cavernosos de Diego Merletto nos conduzem por uma viagem
ao cosmos em busca dos planetas gêmeos. O auge da viagem no profundo cosmos é
um trecho onde Merletto assobia uma melodia sinistra por cima de imponentes strings,
o que faz arrepiar o ouvinte de frio intergaláctico. Sim, a onda congelante do
The Frozen Autumn chegou aos confins do Universo!
De volta à Terra, Froxeanne dá uma forte declaração na
próxima faixa: eu te amo, mas eu prefiro sintetizadores! Enaltecendo a adoração
aos instrumentos eletrônicos de teclas, a faixa que carrega o maravilhoso
título de I Love You But I’ve Chosen Synthesizers é um dos grandes destaques de
The Fellow Traveller e traz de volta o clima de pista de dança. O álbum se
encerra com um cover de Loving The Alien, do eterno David Bowie, muito bem
interpretada por Diego Merletto, claro, com seus vocais graves.
The Fellow Traveller pode ser o início de uma nova fase na
discografia do The Frozen Autumn. Falo “pode ser”, pois é só o primeiro álbum
desta nova sonoridade depois de sete anos sem lançar um novo full-length. O melhor
de tudo é que a essência do som do The Frozen Autumn, o Darkwave, permanece lá
em seu devido lugar. Mas agora ele está recauchutado e muito bem cuidado com
todas as facilidades e opções que os sintetizadores podem oferecer. Há quem talvez
tenha sentido falta de pelo menos uma faixa fortemente atmosférica, aos moldes
antigos, mas a alternância de músicas fortes e dançantes com outras composições
mais calmas sacia a qualquer um que goste das duas facetas da dupla italiana. Também
considero um fato extremamente positivo a alternância de vocais entre Merletto e
Froxeanne. Apesar de ele ser o fundador do grupo e principal compositor, ela o
completa com seus vários recursos que a tornam uma cantora tão talentosa e que
não deixa nada a dever às grandes divas Pop de todas as eras. Por sua vez, Merletto
não teve em momento algum medo de ousar nas composições de The Fellow Traveller,
que são as mais ricas e bem trabalhadas de toda a história do grupo. The Twin Planet
que o diga!
Pois bem. A onda congelante veio, fez seus estragos e foi embora.
Estragos sob o ponto de vista meteorológico, pois a música do The Frozen Autumn
faz justamente o contrário de estragar. Ela eleva a mente do ouvinte e o faz experimentar
múltiplas sensações num curto período de tempo. As vozes etéreas de Diego Merletto
e de Froxeanne são essenciais para este mundo, bem como a musicalidade do The
Frozen Autumn. Se você nunca testemunhou a Tempestade Congelante de Turim,
faça-o agora. Congele sua mente nesta onda e mantenha-a fossilizada nela para sempre.
Ah, um estrago de verdade foi feito: no coração da pessoa cuja amada
o trocou por sintetizadores.
A banda cearense Dark Hertz Transmission divulgou hoje em
seus canais oficiais seu primeiro single, Carmilla. Confira a nova música dos
cearenses no player abaixo:
Carmilla é a primeira música autoral disponibilizada pelo
Dark Hertz Transmission. O grupo formado atualmente por Léo de Oliveira
(vocais), Erik Castro (sintetizadores) e Caio Mota (contrabaixo) foi fundado em
2017 como um grupo-tributo ao Depeche Mode. Com o passar do tempo o grupo foi
agregando outras homenagens ao seu set-list ao vivo, mas sempre deixando claro
que o direcionamento que a banda tomaria seria o autoral. O som do Dark Hertz
Transmission reúne elementos que vão do Pós-Punk ao Synthpop, do sombrio ao
dançante.
A estreia ao vivo de Carmilla, bem como de outras novas composições do Dark Hertz Transmission
se dará no Gotham, o maior evento de cultura gótica de Fortaleza, que
acontecerá no dia 19 de outubro. Na ocasião, o Dark Hertz Transmission dividirá o palco do
Havana 1884 com o Plastique Noir, o Projeto Maldigo. e os paraibanos do Electro
Bromance.
Duas das principais bandas de Gothic Rock do país se uniram em
um projeto que promete agradar a todos os fãs das bandas e do estilo no país e
fora dele. Será lançado no próximo dia 21 de novembro o álbum As Above, So
Below, no qual as bandas Das Projekt e Plastique Noir participam uma tocando as músicas da outra. O
lançamento será feito através do selo Deepland Records.
Os cearenses do Plastique Noir homenagearam o Das Projekt
gravando as músicas Arabian Beauties, The Broken Altar, Christine, Dream Never Ends,
Warrior e Ann In The Dark Room. Já os veteranos paulistas retribuíram a
homenagem ao cearenses com o registro de Fugitive Dawn, Shadowrun, Rose Of Flesh
And Blood, Houdini, Those Who Walk By The Night e Empty Streets. Jean Rié
(ex-Scarlet Leaves) foi o responsável pal mixagem das faixas gravadas pelo
Plastique Noir, enquanto Gê Lucas, guitarrista do Das Projekt, ficou
responsável pela mixagem das músicas gravadas por sua banda e também da masterização
do split por completo.
As Above, So Below já está disponível para pré-venda através
do site www.kingdomrockstore.com.
Para pedidos internacionais, o mesmo deve ser feito pelo e-mail da Deepland
Records (info.deepland.records@gmail.com). Caso você esteja interessado em adquirir uma cópia de As Above, So Below, é melhor ser rápido, pois o split será lançado em uma única edição limitada a 300 cópias.
Confira no player abaixo um teaser com trechos de cada música do álbum. Recentemente ambas as bandas tocaram juntas no Deepland Festival em São Paulo.