sábado, 9 de novembro de 2019

Wintry: duo Darkwave lança nova música “Ich Glaub Dir Nicht”


Após 10 anos desde o lançamento de seu álbum de estreia Atmosphere Around Us, o duo Wintry está prestes a lançar seu segundo álbum de estúdio, Timeline, através da gravadora Wave Records. A primeira amostra deste novo trabalho já pode ser apreciada: é a faixa Ich Glaub Dir Nicht, que foi lançada em formato de videoclipe, o qual você pode conferir mais abaixo.

Timeline virá com 10 faixas inéditas e 4 faixas bônus, todas elas sendo versões remixadas de algumas das faixas regulares. Dentre as remixagens, duas foram feitas por Pieter Nooten, ex-integrante do Clan Of Xymox, e duas pelo produtor Marcelo Gallo, que também assina a produção de Timeline.

O duo formado pelo veterano Alex Twin (Individual Industry, 3 Cold Man, Wave Records) e pela vocalista alemã Anne Goldacker (ex-Obsyre) também lançou em 2017 o EP 7’’ Ausweg, produzido pelo renomado produtor britânico John Fryer (Cocteau Twins, This Mortal Coil, Dead Can Dance, XMal Deutschland, etc.). Formado em meados dos anos 90 por Alex Twin como um projeto paralelo ao Individual Industry, o projeto recebeu a alemã Anne Goldacker como vocalista durante os anos 2000.

Timeline será lançado em oficialmente em CD e em formato digital no dia 18 de novembro e em vinil no dia 15 de fevereiro de 2020. A pré-venda já está iniciada e pode ser feita através do site e do Bandcamp da gravadora Wave Records. Mas seja rápido: o CD está limitado a 300 cópias e o vinil, a 200 cópias, sendo 100 em cor de mármore e 100 em cor preta.

Confira no player abaixo o videoclipe oficial de Ich Glaub Dir Nicht:

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Signo 13: banda brasiliense lança seu novo single “Abismo Céu”


Foi lançado hoje, 04 de novembro, o novo single da banda brasiliense Signo 13, Abismo Céu. Como divulgado anteriormente aqui neste blog, Abismo Céu é o terceiro single do álbum Serpentário, que será lançado somente em outubro do ano que vem.

Explica-se esse intervalo todo: a banda formada por Felipe Rodrigues (vocais, guitarras, contrabaixo, teclados) e Rubens Cardoso (bateria, percussão) está lançado uma música de Serpentário por mês, começando em setembro deste ano e terminando em outubro de 2020. Serpentário, ou Ofiúco, é conhecido como a décima-terceira constelação do Zodíaco, mas ele não é considerado um signo astrológico pois este é dividido no céu em trechos de 30° cada um, o que totaliza 360° por conta dos 12 signos. Por outro lado, as constelações não seguem uma divisão exata no céu. O fato de o zodíaco possuir 13 constelações é representado no álbum Serpentário por suas treze faixas, bem como no próprio nome da banda.

Cada single de Serpentário lançado possui uma arte de capa própria. A capa de Abismo Céu, a qual você pode conferir no cabeçalho desta nota, foi elaborada pelo renomado e polêmico artista brasileiro radicado em Nova York Fernando Capaneda. Confira abaixo o single Abismo Céu.



O Signo 13 pratica um pós-punk que carrega consigo influências de Ska, Punk Rock, Gothic Rock e até de Surf Music. Formado no ano de 2011, o grupo já possui em sua discografia os EP’s El Verdugo Y La Vendetta (2012), Espectros de Ferro (2013) e Fata Morgana (2015). Além de Abismo Céu, já foram lançados mais dois singles de Serpentário: Sonhos Acordados e Casa dos Espelhos – ou Lágrimas na Chuva.

sábado, 2 de novembro de 2019

Autumn’s Grey Solace: referência do Ethereal Wave lança novo álbum “Englelícra”




A banda Autumn’s Grey Solace, uma das referências atuais do Ethereal Wave, acaba de lançar seu mais novo álbum, Englelícra. O trabalho está disponível no Bandcamp da banda

Formado em 2002, o duo formado pela vocalista Erin Welton e pelo multi-instrumentista Scott Ferrell é uma das referências do chamado Ethereal Wave, estilo que se caracteriza por músicas atmosféricas, lentas e guitarras cheias de efeitos, inspirados principalmente pelos trabalhos do Cocteau Twins, com o objetivo de criar paisagens musicais belas e confortantes.

Englelícra é o décimo-terceiro álbum lançado pelo Autumn’s Grey Solace, sendo assim o sucessor de Eocene, de 2018. Em Engleríca, o Autumn’s Grey Solace continua a tradição de alguns álbuns anteriores de escrever as letras das músicas usando o Inglês Antigo, um idioma ancestral do inglês moderno que era usado nas primeiras épocas da Idade Média.

Confira no player abaixo um vídeo com trechos de cada música de Englerícra.

domingo, 27 de outubro de 2019

Signo 13: banda lançará novo single “Abismo Céu” no próximo dia 04 de novembro



Está agendado para o próximo dia 04 de novembro o lançamento do novo single da banda brasiliense de Pós-Punk Signo 13, Abismo Céu.

Este single será a terceira música disponibilizada do álbum de estreia do grupo, Serpentário. As duas primeiras foram Sonhos Acordados (setembro) e Casa dos Espelhos – ou, Lágrimas na Chuva (outubro). A ideia da banda formada por Felipe Rodrigues (vocais, guitarras, contrabaixo, teclados, queixada) e Rubens Cardoso (bateria, percussão) é lançar um single a cada mês, desde setembro de 2019 até outubro de 2020, quando o álbum será finalmente revelado em toda a sua plenitude. Abismo Céu será lançado tanto nos canais oficiais do Signo 13 quanto em duas coletâneas: Antes De Falar Mais Uma Palavra Sobre Justiça, Por Favor Coma Merda, organizada pelo zine pernambucano Velho Rabugento, e Chinelos e Coturnos Vol. 2, pelo selo Motim Underground, de Cuiabá.

O Signo 13 pratica um Pós-Punk que mescla em sua sonoridade elementos de Dub, Punk, Gothic Rock e Surf Music. Confira no player abaixo um teaser de Abismo Céu, bem como os dois primeiros singles já divulgados, Sonhos Acordados e Casa dos Espelhos – ou, Lágrimas na Chuva.





sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Resenha: The Frozen Autumn - The Fellow Traveller (2017)




THE FELLOW TRAVELLER – THE FROZEN AUTUMN (Echozone, 2017)

Tracklist:

01. Tomorrow’s Life
02. White On White
03. We’ll Fly Away (long version)
04. Told You At Once
05. Your Touch
06. A Gentle Flame
07. Grey Metal Wings
08. Sirens And Stargazers
09. The Twin Planet
10. I Love You But I’ve Chosen Synthesizers
11. Loving The Alien (David Bowie cover)

Line-up:
Diego Merletto – vocais, sintetizadores
Froxeanne – vocais, sintetizadores


Texto: Bruno Rocha


Prepare-se! Uma frente fria está vindo da região de Turim, na Itália. Mas ela não é uma frente fria qualquer, que traz chuvas ou mesmo leves geadas. Essa frente fria é uma verdadeira onda congelante, sob a qual nem mesmo o próprio ar escapa incólume, passando por um processo de sublimação, acabando por solidificar-se. Fora estes efeitos, a onda congelante de Turim obscurece luzes, tornado o ambiente escuro; os poucos e corajosos fachos de luzes que ousam resistir são como as auroras boreais que rasgam os céus nórdicos, criando assim um espaço, ao mesmo tempo escuro e frio, agradável e etéreo.

O grupo italiano The Frozen Autumn possui considerável respeito dentro do cenário Gothic/Darkwave mundo afora graças ao seu estilo bastante pessoal que mescla elementos de música atmosférica e de Synthpop, num estilo que seus próprios integrantes batizaram de “Frozenwave”.  Fundado em 1993 por Diego Merletto, o The Frozen Autumn mostrou em seus primeiros trabalhos um som ainda com um pé no Gothic Rock (na época a banda contava com os serviços de Claudio Brosio nas guitarras) e com fortes influências de Clan Of Xymox, porém já havia ali elementos de sonoridade característica que se tornaria consagrada anos depois. Os dois primeiros álbuns do The Frozen Autumn, Pale Awakening (1995) e Fragments Of Memories (1997), se tornariam clássicos do Darkwave, trazendo consigo faixas atmosféricas e sorumbáticas recheadas com teclados que criam climas ora melancólicos, ora confortantes. Os elementos Synthpop já existiam, mas eram poucos e retraídos. A parceria de Merletto com Arianna Vespasiano teve início com uma participação especial da cantora na faixa-título de Fragments Of Memories, naquilo que foi um motivador para um projeto paralelo dos dois músicos chamado Static Movement. O único álbum lançado por esse projeto, Visionary Landscapes (1999), foi de suma importância para uma leve mudança no direcionamento musical do próprio The Frozen Autumn, que deixou de lado qualquer contribuição de guitarras e tornou seu som 100% eletrônico, fabricado a base de sintetizadores e com maior proeminência das influências Synthpop.

Arianna, que atende pelo pseudônimo Froxeanne, foi efetivada no The Frozen Autumn e a agora dupla grava o importante Emotional Screening Device (2002) e a perfeição chamada Is Anybody There? (2005). As guitarras voltam a se fazer presentes no bom álbum Chirality (2010) e no DVD Seen From Under Ice (2011), que foi gravada em quarteto com a adição de mais um tecladista e de um guitarrista, o que permitiu que algumas músicas de todos os álbuns ganhassem novos arranjos. Após alguns anos sem novos lançamentos, o The Frozen Autumn volta novamente como a dupla Merletto/Froxeanne no lançamento do EP Lie In Wait (2014), que serviu como uma prévia para o sexto álbum de estúdio do grupo, The Fellow Traveller, lançado em 2017 pela gravadora Echozone e que é o objeto de análise deste artigo.

The Fellow Traveller é um álbum empolgante e viciante do começo ao fim. Diferentemente de todos os álbuns anteriores, este álbum é completamente moldado em cima do Synthpop. Não há nenhuma música atmosférica ao estilo de Onyria (Pale Awakening, 1995), ou mesmo faixas introspectivas e de ritmo lento aos moldes de Evening Falls (Is Anybody There?, 2004). Claro que há momentos em que a dupla põe o pé no freio, mas na maior parte do tempo o ritmo é frenético e dançante. Outra diferença de The Fellow Traveller é na mixagem do som, que é bem mais limpo e cristalino que nos álbuns anteriores. Felizmente, a falta de uma mixagem mais abafada e empoeirada não tirou o clima nostálgico das composições, que por si só conseguem manter a chama (ou o gelo) típica dos anos 80 viva e forte. Como se isso tudo não bastasse, The Fellow Traveller é o álbum mais democrático da história da dupla. Diego Merletto e Froxeanne se alternam cantando em cada faixa, seis para ele e cinco para ela, quebrando assim uma tradição que fazia Merletto cantar a maioria das faixas em todos os outros álbuns.

As quatro primeiras faixas matam bem a sede dos fãs do grupo sedentos por música dançante. Os trabalhos já começam lá em cima com Tomorrow’s Life, onde Diego Merletto canta com sua inconfundível voz grave cheia de reverbs e ecos. As próximas duas músicas foram reaproveitadas do EP Lie In Wait e melhoradas. A coisa dá uma acalmada em White On White, que é a única música do álbum que se destaca por ser bem mais introspectiva, apesar da proeminência da bateria eletrônica. É a vez de Froxeanne cantar e ela entrega o que se espera dela: uma voz belíssima e angelical, com abençoados graves, que hipnotiza o ouvinte e o transporta para flutuar em nuvens de granizo. Gaivotas e ondas anunciam o começo de We’ll Fly Away e seu ritmo dançante e libertador. Com seu refrão belíssimo, Merletto fala sobre voar para sempre em busca da felicidade, assim como as gaivotas voam eternamente por sobre os mares. E parece que a chegada deste longo voo é na faixa 4, Told You At Once. Um apocalipse sonoro protagonizado por Froxeanne, uma perfeição para as pistas góticas de dança por seu ritmo acelerado, melodias destacadas e bases pesadas.



Após quatro músicas frenéticas, é hora de aproveitar mais uma viagem guiada por Diego Merletto em Your Touch, mais uma que foi reaproveitada do último EP. Escura como um pôr-do-sol contemplada no inverno das montanhas de Turim, Your Touch traz de volta as antigas forças Darkwave de álbuns anteriores, incluindo até mesmo uma guitarra, desta vez aliadas as poderosas camas de sintetizadores e de bateria eletrônica. Por falar neste último elemento, nunca as viradas e recursos de bateria foram tão usadas num álbum do The Frozen Autumn. A próxima faixa, A Gentle Flame, não possui a mesma imponência de arranjos como as demais, até porque ela carrega um tom sisudo “kraftwerkiano”. Todavia ela não passa despercebida, pois não existe nada que passe desapercebido se Froxeanne impôs nela seu divinal dom de interpretação. A tradição de músicas longas e viajadas é mantida com a excelente e variada Grey Metal Wings, que é como se fosse uma irmã FuturePop de Is Everything Real?, do Emotional Screening Device, e de Static Cold, de Is Anybody There?.

Aqui, cabe mais um comentário acerca das novidades trazidas em The Fellow Traveller. Os efeitos nos vocais de Merletto e de Froxeanne se multiplicaram. Os tradicionais e obrigatórios reverbs continuam presentes, lógico. Mas os delays estão mais destacados e facilmente perceptíveis, principalmente nos vocais de Froxeanne. Também, as harmonias vocais nunca foram tão trabalhadas, especialmente nos vocais de Diego Merletto. É como se você pudesse ouvir vários Diegos formando um coral em muitos momentos do álbum. A verdade é que essa variedade de efeitos não faria sentido algum se as próprias vozes dos dois cantores não fossem belas e diferenciadas.

Findada mais uma viagem a bordo de Grey Metal Wings, a simplicidade oitentista retorna em Sirens and Stargazers, que se vai se tornando mais e mais empolgante a medida que avança em seu tempo, atingindo o ápice em um momento onde Froxeanne canta somente com o apoio de um sintetizador grave e nervoso. Em contraponto a simplicidade de Sirens and Stargazers, vem em seguida aquela que talvez seja a mais complexa e progressiva composição da história do grupo italiano, The Twin Planet. Esta faixa traz um elaborado trabalho de arranjos de sintetizadores que são guiados por uma bateria quebrada e cheia de contratempos no caixa. As escalas árabes dos strings, os graves destacados e os vocais cavernosos de Diego Merletto nos conduzem por uma viagem ao cosmos em busca dos planetas gêmeos. O auge da viagem no profundo cosmos é um trecho onde Merletto assobia uma melodia sinistra por cima de imponentes strings, o que faz arrepiar o ouvinte de frio intergaláctico. Sim, a onda congelante do The Frozen Autumn chegou aos confins do Universo!

De volta à Terra, Froxeanne dá uma forte declaração na próxima faixa: eu te amo, mas eu prefiro sintetizadores! Enaltecendo a adoração aos instrumentos eletrônicos de teclas, a faixa que carrega o maravilhoso título de I Love You But I’ve Chosen Synthesizers é um dos grandes destaques de The Fellow Traveller e traz de volta o clima de pista de dança. O álbum se encerra com um cover de Loving The Alien, do eterno David Bowie, muito bem interpretada por Diego Merletto, claro, com seus vocais graves.



The Fellow Traveller pode ser o início de uma nova fase na discografia do The Frozen Autumn. Falo “pode ser”, pois é só o primeiro álbum desta nova sonoridade depois de sete anos sem lançar um novo full-length. O melhor de tudo é que a essência do som do The Frozen Autumn, o Darkwave, permanece lá em seu devido lugar. Mas agora ele está recauchutado e muito bem cuidado com todas as facilidades e opções que os sintetizadores podem oferecer. Há quem talvez tenha sentido falta de pelo menos uma faixa fortemente atmosférica, aos moldes antigos, mas a alternância de músicas fortes e dançantes com outras composições mais calmas sacia a qualquer um que goste das duas facetas da dupla italiana. Também considero um fato extremamente positivo a alternância de vocais entre Merletto e Froxeanne. Apesar de ele ser o fundador do grupo e principal compositor, ela o completa com seus vários recursos que a tornam uma cantora tão talentosa e que não deixa nada a dever às grandes divas Pop de todas as eras. Por sua vez, Merletto não teve em momento algum medo de ousar nas composições de The Fellow Traveller, que são as mais ricas e bem trabalhadas de toda a história do grupo. The Twin Planet que o diga!

Pois bem. A onda congelante veio, fez seus estragos e foi embora. Estragos sob o ponto de vista meteorológico, pois a música do The Frozen Autumn faz justamente o contrário de estragar. Ela eleva a mente do ouvinte e o faz experimentar múltiplas sensações num curto período de tempo. As vozes etéreas de Diego Merletto e de Froxeanne são essenciais para este mundo, bem como a musicalidade do The Frozen Autumn. Se você nunca testemunhou a Tempestade Congelante de Turim, faça-o agora. Congele sua mente nesta onda e mantenha-a fossilizada nela para sempre.

Ah, um estrago de verdade foi feito: no coração da pessoa cuja amada o trocou por sintetizadores.



sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Dark Hertz Transmission: banda cearense divulga novo single “Carmilla”




A banda cearense Dark Hertz Transmission divulgou hoje em seus canais oficiais seu primeiro single, Carmilla. Confira a nova música dos cearenses no player abaixo:


Carmilla é a primeira música autoral disponibilizada pelo Dark Hertz Transmission. O grupo formado atualmente por Léo de Oliveira (vocais), Erik Castro (sintetizadores) e Caio Mota (contrabaixo) foi fundado em 2017 como um grupo-tributo ao Depeche Mode. Com o passar do tempo o grupo foi agregando outras homenagens ao seu set-list ao vivo, mas sempre deixando claro que o direcionamento que a banda tomaria seria o autoral. O som do Dark Hertz Transmission reúne elementos que vão do Pós-Punk ao Synthpop, do sombrio ao dançante.

A estreia ao vivo de Carmilla, bem como de outras novas composições do Dark Hertz Transmission se dará no Gotham, o maior evento de cultura gótica de Fortaleza, que acontecerá no dia 19 de outubro. Na ocasião, o Dark Hertz Transmission dividirá o palco do Havana 1884 com o Plastique Noir, o Projeto Maldigo. e os paraibanos do Electro Bromance.



quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Das Projekt e Plastique Noir lançarão o split “As Above, So Below” em novembro




Duas das principais bandas de Gothic Rock do país se uniram em um projeto que promete agradar a todos os fãs das bandas e do estilo no país e fora dele. Será lançado no próximo dia 21 de novembro o álbum As Above, So Below, no qual as bandas Das Projekt e Plastique Noir participam uma tocando as músicas da outra. O lançamento será feito através do selo Deepland Records.

Os cearenses do Plastique Noir homenagearam o Das Projekt gravando as músicas Arabian Beauties, The Broken Altar, Christine, Dream Never Ends, Warrior e Ann In The Dark Room. Já os veteranos paulistas retribuíram a homenagem ao cearenses com o registro de Fugitive Dawn, Shadowrun, Rose Of Flesh And Blood, Houdini, Those Who Walk By The Night e Empty Streets. Jean Rié (ex-Scarlet Leaves) foi o responsável pal mixagem das faixas gravadas pelo Plastique Noir, enquanto Gê Lucas, guitarrista do Das Projekt, ficou responsável pela mixagem das músicas gravadas por sua banda e também da masterização do split por completo.

As Above, So Below já está disponível para pré-venda através do site www.kingdomrockstore.com. Para pedidos internacionais, o mesmo deve ser feito pelo e-mail da Deepland Records (info.deepland.records@gmail.com). Caso você esteja interessado em adquirir uma cópia de As Above, So Below, é melhor ser rápido, pois o split será lançado em uma única edição limitada a 300 cópias.

Confira no player abaixo um teaser com trechos de cada música do álbum. Recentemente ambas as bandas tocaram juntas no Deepland Festival em São Paulo.